Mostrando postagens com marcador Portugal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Portugal. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Perfeição "CIRÚRGICA"


Imagem original de: protesesilicone
sexo poder fé e religião

Os jovens estão sempre Insatisfeitos com a aparência, alguns dos adolescentes brasileiros e portugueses buscam cada vez mais o narcisismo (orgulho vaidade extrema) e para isso procuram cada vez mais os cirurgiões plásticos, para atingir a perfeição, este defeito de maneira geral está associado a "LUXÚRIA", que segundo os estudiosos dos assuntos espirituais; Foi o primeiro a aparecer e é o último ego a morrer, constitui o pior pecado dos 7 capitais.

No Brasil, o público entre 14 a 18 anos já representa 13% das 629 mil intervenções ocorridas por ano no país, segundo uma pesquisa feita na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) realizada com 3.533 profissionais de cirurgia, entre Setembro e Dezembro de 2008.
Isto é um nº muito elevado de jovens insatisfeito com o seu corpo, a maioria das cirurgias são de implantes mamários, quando devia ser apenas cirurgia correctivas para corrigir problemas.
A mulher brasileira de maneira geral, são mulheres com traseiros rebitados e torneados, são mulheres quentes e muito femininas mas os seus seios são pequenos ou médios e muito bem feitos.
Nestes últimos anos, ter peito grande entrou na moda, provavelmente influência dos americanos. Como brasileiro tenho pena que as nossas lindas mulheres estejam perdendo as suas heranças genéticas e que estejam alterando os ricos predicados que Deus lhes deu.
Caso não saibam, não há nada melhor do que é natural e do quer ser natural.
Turbinar os seios: É uma expressão que se tornou natural no Brasil, para muitas jovens, acham que um peito grande e bonito eleva a alto estima. Já que começou a mexer no meu peito Sr. Dr. aproveita e vê o que a cirurgia pode fazer pela minha “BUNDA”. É assim e depois torna-se um vício e todos os defeitos inerentes a vida sedentária, acham que é caso de cirurgia.
Pelo que se têm observado no Brasil, cada vez é maior à procura, os especialistas atribuem o aumento a novas técnicas, a redução de preços devido a competitividade, transformações e novas tendências psicológicas e físicas, típicas da fase de transição e de grande influência da televisão.
As cirurgias mais procuradas pelos adolescentes brasileiros são a rinoplastia (de nariz), mamoplastia redutora (diminuição das mamas), mamoplastia de aumento (prótese de silicone), lipoaspiração, correcção de orelhas (otoplastia) e ginecomastia (correcção do volume das mamas masculinas).
Portugal não é diferente: Estas situações também aqui acontecem, mas é fechado á sete chaves, excepto os famosos. Muitas operações são feitas na vizinha Espanha por causa dos preços e do sigilo. Além dessas operações, também fazem engrossar os lábios, aumentar e engrossar o pénis e estreitar vaginas. No fundo, tudo isso faz parte do nosso psicológico é a insegurança pessoal de cada um.

Aqui fica um aviso para os curiosos.
Este tema pertence ao: diariodepernambuco.
Os padrões estabelecidos pela TV, cinema e revistas também são citados como influências para os mais novos optarem por intervenção cirúrgica. "Bombardeados por uma série de informações, os adolescentes não querem ser diferentes dos que exibem corpo perfeito. É preciso estar consciente dos riscos e se submeter aos procedimentos invasivos só em casos necessários", orienta o cirurgião plástico Ognev Cosac, presidente da SBCP do DF. A SBCP proíbe que profissionais divulguem fotos do pré e pós-operatório. "Os resultados podem não ser os mesmos ", diz o cirurgião Múcio de Castro. "Somos médicos, não artistas".

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Portugal à cair



Tabela de:.inverbis./coeficienterenda



Infelizmente o não aumento do coeficiente que permite aumentar as rendas em 2010 e a atribuição de um aumento de 0,30 cêntimos por cada 100,00 euros de renda, condena os Centros Históricos a tornarem-se verdadeiras ruínas.
A carga fiscal em cima dos senhorios com rendas baixas é demasiadamente elevada. Existem senhorios que paga para os inquilinos viverem em suas casas, os impostos e as contribuições sobre imóveis são superiores aos ganhos anuais. Isto faz com que muitos senhorios deixem de pagar seguros. Em caso de incêndio nas cidades velhas, jamais o património poderá ser recuperado com a traça original e depois devido os problemas de estacionamento e o fraco comércio tradicional mais a desertificação natural, faz com que não haja investidores. Como se não bastasse estes problemas, a abertura de negócios nas cidades históricas exigem um investimento muito grande, não só em projectos e licenças como também pelas pequenas divisões existentes nas casas antigas, salvo "ÓBIDOS" que é um excelente exemplo de conservação de uma cidade histórica, onde o comércio trabalha num património não modificado, estas casas funcionam com as mesmas dimensões de à 100 anos.
ÓBIDOS sem dúvida deveria ser um exemplo para todo Portugal, pois o que é típico é que é histórico e de interesse para o turismo nacional. Podemos também aprender com os espanhóis pois eles são um bom exemplo de gestão turística e os portugueses pagam e deixam lá muito dinheirinho para ver coisas recuperadas que temos cá.

Quanto as rendas baixas, existem muitos senhorios com rendas inferiores à 20,00 euros e alguns com menos de 2,00 euros de renda. Ora! Temos que ver que a mão de obra facturada por um profissional da construção civil é cerca de 25,00 euros hora, fora o material. Isto faz com que o investimento dos senhorios no Centro Histórico, seja muito mal negócio, sem falar que a maioria não têm dinheiro nem para recuperar à casa onde vivem, quanto mais fazer obras a favor de inquilinos que têm mais poder de compra que eles.

Outro factor que desmotiva e condena os Centros Históricos são sem dúvidas os inquilinos não residentes. Estes já vivem em casas modernas e confortáveis mas não entregam as casas velhas por causa das rendas baixas, usam na sua maioria, as casas para guardarem mónos, ou seja à casa serve de armazém.
Por sua vez o senhorio sabe disso e sabe que estas casas têm a água e a luz desligada à muitos anos, também sabe que o inquilino aparece ali uma ou duas vezes por ano. só que um processo em tribunal é caro e moroso, muitas vezes superiores aos rendimentos do senhorio. A única solução é fazer uma inspecção e ver caso a caso os problemas do património e da mesma forma que o governo exige obras do senhorio, exigir também aumentos significativos dos inquilinos que lá não vivem e que impedem o progresso da cidade.

Quantos aos aumentos: É realmente uma vergonha. Imaginem que no primeiro caso o governo aprovasse um aumento de 500% para rendas até 20,00 euros. Aqui teríamos uma renda de 100,00 euros mensais, ganhava o governo com os impostos e o senhorio que poderia fazer algumas melhorias. No caso de 2,00, teríamos um aumento para 10,00  euros, pelo menos seria um aumento significativo e pouco à pouco ia-se dando vida aos centros históricos.

Com a actual crise, seria óptimo para todos, inclusive para as seguradoras que fariam mais seguros.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

NEGÓCIO DA CHINA

Imagem original: mobilepedia
Não adianta comprar ferramentas nas lojas de ferragens ao lado da nossa casa ou no comércio tradicional, pois as ferramentas chinesas baratas também estão lá.
Não devemos esquecer, que nestes últimos anos, foram retirados do mercado Europeu, milhares de produtos chineses que constituíam uma ameaça à saúde e à vida humana.
Não devemos esquecer, que muitos desses produtos consumidos por nós Europeus, foram feitos por mãos infantis e escravas de crianças que chegavam a trabalhar entre 14 e 16 horas por dia, crianças que não brincaram, não jogaram à bola, não foram à escola e que muitas delas estão deficientes e sem saúde.
Estas crianças sustentaram pais, avós, tios com trabalhos desumanos, num fraco corpo em desenvolvimento e as custas da saúde própria, para enriquecerem ricos empresários de sucesso.
Tenho muita pena daqueles que são escravos e sofrem no silêncio, mas a China não é a única. Existem mais países a fazerem o mesmo e existem empresários ambiciosos que destroem a natureza e diversidades culturais para benefício próprio.
Esta lição nos ensina que o barato sai caro e que os nossos amigos chineses também sabem fazer produtos de qualidade, mas estes produtos custam caro e colocar no mercado sai tão caro como os bons produtos de qualquer país que se preze.
Tenho amigos Chineses, olho para eles e vejo a sorte que eles têm em viver em Portugal, muitos deles são mais felizes e já começam a ocidentalizar, alguns já trabalham 10 horas por dia, vão a igreja. Passeiam e participam da comunidade, já consomem produtos Europeus e Marcas europeias.
Eles sabem à sorte que têm, podem criar aqui suas filhas sem qualquer problemas e com direitos iguais aos dos homens e podem ter mais de 10 filhos desde que consigam sustentá-los.
Voltar à morar na China, não lhes passa pela cabeça, só visitas à família.

Curiosidade.
Cada euro vale hoje quase 2,50 reais


NEGÓCIO DA CHINA

Imagem original: mobilepedia
A VIDA TÁ DIFICIL

Nestes últimos 15 anos à Europa, foi invadida pelos produtos "Made in China" se tornaram sinónimo de má qualidade. Na Espanha, a polícia apreendeu somente em Julho último 700 mil tubos de pasta de dente importados da China, nos quais foi detectada uma substância tóxica, usada normalmente em produtos anticongelantes (notícia mais antiga).
Casos como este que aborda produtos da China, vêm se repetindo em várias regiões do mundo. As autoridades chinesas revidam as acusações, apontando para a parcela de responsabilidade das multinacionais.
Portugal é um desses países importadores. E foram estes produtos de baixos custos de materiais e fabrico duvidosos que fecharam algumas milhares de lojas em Portugal e por toda a Europa, estas lojas tinham produtos devidamente identificados e pagavam impostos, sem falar que no fabrico desses produtos, não eram envolvidos mão-de-obra infantil.
A verdade é que à maioria das grandes empresas multinacionais ocidentais usam a China para fabricar seus produtos. Somente a Alemanha importou, em 2006, mercadorias no valor aproximado de nada menos que 50 bilhões de euros. Uma clara opção pelo rápido e barato. No entanto, a qualidade de muitos desses produtos se mostra ruim ou acaba-se descobrindo que eles são produzidos em fábricas que ignoram padrões ambientais ou regras trabalhistas.
Confesso que compro alguns produtos Chineses e posso dizer com certeza que estes produtos são alternativos e de pouca dura.
Infelizmente quando compramos um produto numa loja chinesa, não temos garantia de nada e eles não querem proceder à troca.
As ferramentas, muitas delas, constituem um perigo de vida para o profissional da construção civil é o caso das macetas, chaves de fendas, martelos entre outros, sem falar nas brocas e serras.
Muitas dessas ferramentas partem-se e dividem-se com facilidade na hora da aplicação de força em superfícies duras.
As roupas e calçados têm um visual moderno e um preço apelativo, mas na hora do uso, seus materiais mostram produtos sintéticos e irrespiráveis que provocam desconforto e aquecimento é o caso dos sapatos e sandálias.
Algumas sandálias, partem-se com facilidade os metais que ligam as tiras, revelando muitas vezes um arame banhado em inox e de fraca resistência, o interior onde supostamente está colado e fixado as tiras, num belo dia de calor descola-se tudo e acabamos por ficar descalço.
As sapatilhas (Tênis), não aguentam a dureza do dia a dia, qualquer competição ou jogo ou mesmo uma ginástica mais puxada, revela logo fraqueza na estrutura do calçado.
As roupas, na sua maioria não possuem um corte Europeu, caso as pessoas não experimentem, acabam por descobrir em casa o quanto assenta mal no traseiro, sem falar que no caso das calças JEANS (GANGA), os tecidos são mais finos do que é o habitual. Já agora podemos ver que entre muitas das roupas expostas, escondem roupas contrafeitas de marcas conhecidas.
Nos brinquedos, encontramos produtos tóxicos e com cheiros esquisitos sem falar em plásticos quebradiços (que soltam lascas).
Quantos aos electrodomésticos, encontramos uma grande diversidade e entre eles temos. Rádios, aparelhos digitais, jogos electrónicos, computadores, microondas, batedeiras, trituradoras, leitor de DVD, aeromodelismo e até televisões de pequena dimensão.
O visual é bonito, mas a diferença de preço não é muito grande em relação as ofertas das grandes superfícies.
O pior é:
Quem troca este produto?
Quais são as garantias?
Caso troque, quanto tempo demora vir outro?
Com quem posso reclamar?
Você arriscaria comprar um desses produtos eléctricos à um chinês?
Quanto aos iphone, mp3, mp4 e outros artigos, encontrei um importador brasileiro que fazia as vendas desses produtos à um preço bastante baixo em relação ao mercado. A sua forma de trabalho era o pagamento adiantado e o prazo de entrega de 30 dias, à mercadoria era enviada directamente à morada do cliente pela empresa chinesa e os riscos do não funcionamento do produto ficava por conta do cliente.
Posso dizer que ele ganhou muito dinheiro, mas ficou queimado no mercado, acabando por se retirar.
Este é apenas a ponta do “ICEBERG”, se dermos uma volta pela Internet, encontraremos uma enorme fonte de informação negativa sobre produtos “Made in China) e também compreenderemos como foi que a economia na China cresceu.

Afinal têm sido um "Negócio da China".